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yoga

Aqui estou eu, dois anos depois de trabalhar sentada o dia inteiro… imagine uma pessoa que jamais teve barriga na vida, a não ser durante a gravidez… pois é, a realidade já não é mais a mesma. As pessoas em geral dizem que nada de diferente aconteceu comigo. Mas o meu bom-senso não me deixa ignorar que as minhas calças não são tao confortáveis como antes.

E não apenas por isso, mas, também pela questão da prevensão de doenças e manutenção de uma vida saudável, há alguns meses recomecei na minha atividade física querida: yoga.

Atividade física sempre foi para onde eu corria nas minhas angústias, fossem elas emocionais ou físicas. Sempre ao dizer isso, ouço de um ou de outro: “mas, yoga não é atividade física como as outras. Funciona para um monte de coisas, mas não para enrigesser a musculatura e etc…”

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Certa vez, quando aos 15 anos tomei coragem e terminei com o meu namorado da época, fiquei tão vazia, me arrastando pelos cantos, que a deixada parecia ter sido eu. Lembro do dia em que tive um clique: “nadar”. Nem esperei o elevador, subi as escadas do prédio correndo para pedir a minha mãe para me dar dinheiro porque eu me matricularia na natação. E a minha mãe sempre abria um sorriso quando me via reagir assim. Imagina, logo eu que fui uma menina que chorava de desespero quando vinha chegando a hora de ir para a natação quando criança…

E da natação fui para o basquete. Depois para a academia. Logo mais para a bicicleta. Um dia para o pilates e logo depois descobri a yoga, isso há muitos anos atrás, através de um livro do Professor Hermógenes, chamado Yoga para Nervosos, que caiu nas minhas mãos graças ao meu primeiro período de insônia aos 19, 20 anos.

De lá pra cá, já passei por praticamente todas as modalidades de yoga que por aqui chegaram e por diversos estúdios, com professores realmente maravilhosos, e outros nem tanto. Sou fã de yoga, da filosofia, da forma de fortalecer sem enrigesser, de acalmar sem pulverizar sentimentos, da atitude, do foco, de fazer surgir a guerreira em mim, presente e firme, flexível e integrada ao todo.  Minha relação com a/o yoga é a mesma desde então. Faço um tempão, depois saio, dai volto, tudo conforme a maré, o tempo, ao sabor do vento.

Da filosofia da yoga vivo falando e aprendendo. E por isso mesmo, dessa vez, vou falar de outra coisa. Batendo de frente com o pensamento de muita gente que não acredita na yoga como atividade física.

Além da yoga, também voltei a correr no final do ano passado, na orla, de Copa para o Arpoador. Nas pedras do Arpoador, com aquele lindo visual, ainda fazia uns alongamentos e abdominais. O conjunto (aeróbico mais yoga) estava fazendo muito bons efeitos.

Pausa para Natal, Reveillon e a minha yoga parou. E eu que não tenho disciplina suficiente para praticar sozinha, estou esperando o recomeço em fevereiro. Logo, resolvi entrar numa academia para levar a corrida mais a sério e fiquei de queixo caído. Correr na esteira é mais chato, apesar de ser mais fácil e mais cômodo (a academia é muito perto da minha casa), faço um pouco mais de tempo de corrida do que antes e tenho suado bem mais. Mas sem a yoga e os efeitos de pele grudada no músculo, de absorção daquele foco e uso do mesmo no meu dia-a-dia, a corrida + exercícios e nada, parece a mesma coisa. Não me sinto tão viva, tão disposta, tão inteira e longelínea como a yoga me mantinha combinada a corrida.

E é por isso que contrariando todas as expectativas e o que muita gente diz, sim, a yoga tem um efeito maravilhoso sobre o físico também e sobre a mente (que logo tem efeito sobre o físico) para quem deseja emagrecer.

Ai outro dia, só para comprovar esta afirmação, ainda me deparei com estas fotos:

E só para não deixar dúvidas, ai vão todos os benefícios já comprovados em um texto da Revista Isto É.

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